top of page

OBRA PRESENÇA

Curadoria de Claudia Linhares e Amanda Leite

Exposição coletiva Pausa Cotidiana

Parque Glória Maria - Galeria das Ruínas

Rio de Janeiro | Brasil
20.06.2026 a 24.08.2026

PAUSA COTIDIANA
Tempo Tem alma

A mostra propõe uma investigação sensível sobre os intervalos, respiros e micro acontecimentos que atravessam a vida contemporânea. Partindo de algumas obras já publicadas na Revista Pausa na Rede (edição nº 4), a exposição busca materializar, no espaço expositivo, aquilo que, no ambiente digital, se apresenta como fluxo contínuo. A “pausa”, neste contexto, não é compreendida como ausência, mas como gesto de atenção, um convite à desaceleração e à ampliação da percepção do cotidiano. Ao reunir artistas de diferentes linguagens, incluindo novos nomes selecionados por meio desta convocatória, a mostra tensiona as relações entre tempo, presença e experiência, deslocando o olhar para aquilo que frequentemente passa despercebido.
Por Tempo Tem Alma

OBRA PRESENÇA
Tateável ou nao, sendo afetiva.
 

Sem filtro, no gesto possível, no toque a presença se torna luxo contemporãneo. Enquanto humanos e imperfeitos, a presença diáloga com uma condição sem roteiro. Em constante disputa com a tecnologia, ela só possui a própria originalidade e natureza imperfeita como armas. Em meio a tantas dificuldades em estar, a presença nunca será um padrão e sua beleza jamais copiada ou transferida para um software. E aí está a imperfeita e potente beleza da presença, ela é única.

Aceitar que a entrega é provinda de esforço e humanidade é processo de libertação. A presença nunca será perfeita, mas pode ser inteira na intenção.
Por Gi mello

Screenshot_20260616-093258.Galeria.png
.jpg
Compartilhada do Lightroom Mobile (25)_edited_edited.jpg

PRESENÇA

PRESENÇA

PRESENÇA

Presença, 2026

Pintura, acrílica

Papel Canson 300g

32 x 40 cm

Sem filtro, transferência ou cópias. Entre o gesto possível e o toque, presença irregular humanamente inteira.

GALERIA DAS RUÍNAS

Rastros irregulares de tinta tão quanto de presença. Pétalas esvoaçantes, quase a voar pela leveza da presença natural e sem peso. Rasgos remendados por texturas que a tornam inteira, ainda que marcada.

RECORTES DA OBRA

bottom of page